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Segunda edição do Festival Sul-Americano de Cultura Árabe

21 março às 19:00 - 22 março às 19:00

O Festival Sul-Americano de Cultura Árabe faz parte de uma série de eventos que ocorrem em diversas cidades sul-americanas e, desde o ano passado, nos juntamos a eles.
Este ano teremos dois dias aqui na Faculdade:

Dia 21 de março – Mesa redonda
Horário: 19h00
Local: Anfiteatro da FDRP

Mesa redonda com a Profa. Francirosy Barbosa, doutoranda Flávia Pasqualin e advogada Charlyane Silva de Souza. Tema: Mulheres islâmicas no Brasil: dificuldades de integração.


Dia 22 de março – Sessão de Cinema
Horário: 15h00
Local: Anfiteatro da FDRP

São três sessões de cinema com filmes sobre temática feminina.

Njinka Rainha de Angola:
Rainha dos reinos do Ndongo (ou Ngola) e de Matamba, Njinga (1583-1663) foi uma guerreira africana que durante quatro décadas tudo fez para poupar o seu povo ao destino cruel da escravatura, generalizada pelos europeus no séc. XVI. Corajosa e decidida, ela era filha do rei Kilwanji e irmã de Mbandi.

Este, tendo-se revoltado contra o domínio português em 1618, foi derrotado pelas forças de Luís Mendes de Vasconcelos. O nome de Njinga surge nos registos históricos alguns anos mais tarde, como uma enviada a uma conferência de paz com o governador português de Luanda. Após vários anos de incursões portuguesas para captura de escravos, e entre batalhas intermitentes, Njinga conseguiu negociar um tratado de termos iguais, chegando a converter-se ao cristianismo de forma a fortalecer a confiança entre os dois povos, adoptando o nome português de Ana de Sousa. Determinada a proteger os seus, ajudou a reinserir antigos escravos e formou uma economia que, ao contrário de outras, não dependia do tráfico de pessoas. Njinga faleceu aos 80 anos de idade, admirada e respeitada por Portugal, depois de uma luta corajosa contra a ocupação colonial, em defesa do povo mbundu.

Ivone Kayne
Depois de uma tragédia que lhe roubou a vontade de viver, Rita decide voltar à África, ao país onde cresceu, e reencontrar Sara, a sua mãe. Enquanto Sara vive os últimos dias da sua vida procurando encontrar um sentido para o seu passado, Rita decide investigar o percurso de Yvone Kane, uma ex-guerrilheira e ativista política cuja coragem e determinação marcou várias gerações e cuja morte nunca ficou esclarecida. Porém, apesar dos esforços, nenhuma das duas parece conseguir a redenção que necessitam.

 

Virgem Margarida
Em finais de 1975, após a vitória contra a colonização portuguesa na guerra pela independência, prostitutas de norte a sul de Moçambique foram levadas para centros de reeducação na convicção de que, a partir da disciplina e de trabalhos forçados, impostos por militares de pureza revolucionária, corrigissem a “má vida” e se transformassem na “mulher nova” socialista. Mas um equívoco desestabiliza as mulheres: Margarida, que nunca esteve com um homem, foi igualmente levada.

 

Detalhes

Início:
21 março às 19:00
Final:
22 março às 19:00

Local

Anfiteatro da FDRP
Rua Prof. Aymar Baptista Prado, 835
Ribeirão Preto, SP
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Telefone:
+55 16 3315-0115